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CLIMARA


Sist. transdérmico 50 µg/24 h

  1. Dados Gerais
  2. Monografia
  3. Interacções
  4. Equivalências Internacionais
  5. Representante



<div class="divmono"><div class="divmonotitle">Estradiol</div><div id="divindicacao"><div class="divtitledci"><a id="anchorindicacao" class="titledci">Indicações</a></div><div class="contentdci">O estradiol, na via oral e transdérmica, está indicado como terapêutica estrogénica de substituição, para os sintomas de deficiência estrogénica e na prevenção de osteoporose (sem indicação para outros tratamentos) em mulheres na pós-menopausa. A via vaginal está indicada no tratamento da atrofia vaginal devida a insuficiência de estrogénio em mulheres pós-menopausicas.</div></div><div id="divcontraindicacao"><div class="divtitledci"><a id="anchorcontraindicacao" class="titledci">Contraindicações</a></div><div class="contentdci">Existência passada, suspeita ou confirmação de cancro da mama. Suspeita ou confirmação de tumores malignos estrogénio-dependentes. Hemorragia genital ainda não esclarecida. Hiperplasia do endométrio não tratada. Tromboembolismo venoso idiopático prévio ou ativo. Porfíria. Gravidez ou suspeita de gravidez e aleitamento. Doença tromboembólica arterial recente ou ativa. Via oral e transdérmica: doença hepática aguda ou história de doença hepática.Testes de função hepática alterados.</div></div><div id="divadvertencias"><div class="divtitledci"><a id="anchoradvertencias" class="titledci">Advertências e Precauções</a></div><div class="contentdci">O tratamento dos sintomas de pós-menopausa, deve ser iniciado após cuidado da avaliação dos riscos/benefícios, devendo anualmente repetir-se a avaliação. Deve realizar-se monitorização antes e durante o tratamento. As seguintes situações podem recorrer ou ser agravadas com o tratamento com estradiol: leiomioma (fibróides uterinos) ou endometriose; história de ou fatores de risco para perturbações tromboembólicas; fatores de risco para tumores dependentes dos estrogénios; hipertensão; perturbações hepáticas; diabetes mellitus com ou sem envolvimento vascular; colelitíase; enxaqueca ou cefaleias (grave); Lúpus eritematoso sistémico; história de hiperplasia do endométrio; epilepsia; asma e otosclerose. O tratamento deve ser interrompido caso se detete uma contraindicação, bem como nas seguintes situações: iterícia ou deterioração da função hepática; aumento significativo da pressão sanguínea e reinício de cefaleias tipo enxaqueca. O risco de hiperplasia do endométrio e de carcinoma aumenta com a administração de estrogénios em monoterapia durante períodos longos, a associação de um progestagénio durante, pelo menos, 12 dias por ciclo em mulheres não histerectomizadas reduz muito este risco. Durante os primeiros meses de tratamento pode ocorrer metrorragia e microrragia. Caso a hemorrogia e microrragia ocorram após algum tempo de terapêutica ou caso se mantenham após a interrupção do tratamento, deverá investigar-se a sua causa, podendo efectuar-se biópsia do endométrio para excluir a possibilidade de neoplasia do endométrio. De acordo com os resultados do estudo do Women&#8217;s Health Initiative Study (WHI), para todos os tipos de THS o risco adicional de cancro da mama torna-se aparente após poucos anos de utilização e aumenta com a duração do tratamento mas torna a normalizar nos anos seguintes à interrupção do tratamento. A THS, principalmente a terapêutica de associação estrogénio-progestagénio, aumenta a densidade das imagens mamográficas, o que poderá afetar negativamente a deteção radiológica do cancro da mama. A THS está associada a um maior risco relativo de desenvolvimento de tromboembolismo venoso (TEV). Caso se desenvolva TEV após início do tratamento, o mesmo deverá ser interrompido. Fatores de risco para doença arterial vascular: hipertensão, diabetes mellitus, tabagismo, hipercolesterolémia e obesidade. Um ensaio clínico aleatorizado de grande dimensão (estudo WHI) mostrou, como resultado secundário, um aumento do risco AVC isquémico em mulheres saudáveis durante o tratamento, em regime contínuo, com a associação de estrogénios e acetato de medroxiprogesterona. Em alguns estudos epidemiológicos, o tratamento prolongado (pelo menos 5-10 anos) com estrogénios em monoterapia em mulheres histerectomizadas, foi associado a aumento do risco de cancro do ovário. Os estrogénios podem causar retenção de líquidos pelo que as doentes com disfunção cardíaca ou renal devem ser cuidadosamente observadas. Mulheres com hipertrigliceridémia pré-existente devem ser monitorizadas, devido ao risco de pancreatite. Os estrogénios poderão aumentar os níveis totais de hormona tirodeia em circulação, recomenda-se monitorização. Não existem evidências que substanciem a utilização de estrogénios na prevenção de doenças cardiovasculares.</div></div><div id="divinteracoesmedicamento"><div class="divtitledci"><a id="anchorinteracoesmedicamento" class="titledci">Interações Medicamentosas</a></div><div class="contentdci">O metabolismo dos estrogénios poderá ser aumentado pela utilização concomitante de substâncias indutoras das enzimas metabolizadoras, especialmente as enzimas do citocromo P450, tais como anticonvulsivantes (por ex. fenobarbital, fenitoína, carbamazepina), meprobamato, fenilbutazona e anti-infecciosos (por ex. rifampicina, rifabutina, nevirapinam, efavirenz). O ritonavir e o nelfinavir, ainda que conhecidos como fortes inibidores enzimáticos têm, pelo contrário, efeitos indutores enzimáticos quando utilizados concomitantemente com hormonas esteróides. As preparações de ervanárias contendo erva de São João (Hypericum perforatum) poderão induzir o metabolismo dos estrogénios e dos progestagénios. Com a THS transdérmica, evita-se o efeito de primeira passagem hepática, portanto, os indutores enzimáticos terão menor efeito sobre os estrogénios de administração transdérmica comparativamente às hormonas de administração oral.Via vaginal: Não são esperadas interacções clínicas relevantes, devido à administração tópica de doses baixas de estradiol.</div></div><div id="divinteracoesalimento"><div class="divtitledci"><a id="anchorinteracoesalimento" class="titledci">Interações com Alimentos</a></div><div class="contentdci"><div><u>Álcool</u> - Não tem interação</div><div><u>Alimentos</u> - Não tem interação</div><div><u>Leite</u> - Não tem interação</div><div><u>Sumos</u> - Não tem interação</div></div></div><div id="divefeitosindesejaveis"><div class="divtitledci"><a id="anchorefeitosindesejaveis" class="titledci">Efeitos Indesejáveis</a></div><div class="divsubtitledci">Graves</div><div class="contentdci">Reação anafilática, retenção de fluidos, cancro da mama, AVC, demencia, diebetes melittus, problemas na vesícula, doença cardiaca, hipercalcémia, hipertensão, alterações cognitivas, cancro do ovário, embolismo pulmonar, tromboembolismo venoso e neoplasma maligno do endométrio. </div></div><div id="divbibliografia"><div class="divtitledci"><a id="anchorbibliografia" class="titledci">Bibliografia</a></div><div class="contentdci">RCM Vagifem (27-07-2005); RCM Zumenon (24-11-2010); RCM Estrofem (9-6-2010); RCM Estreva (28-06-2010); RCM Vagifem (17-02-2010); RCM Estraderm; RCM Femofen; 2012 Dialysis of Drugs, George R. Bailie, Nancy A. Mason, Renal Pharmacy Consultants, LLC Saline, Michigan USA; Prontuário Terapêutico Online. [Online] Infarmed, Ministério da Saúde. http://www.infarmed.pt/prontuario/index.php;<i>Lista de Substâncias e Métodos Proibidos - Código Mundial Antidopagem.</i> WADA - Conferência de Partes da Convenção Internacional contra a Dopagem no Desporto da UNESCO em 14/11/2012 e pelo Grupo de Monitorização da Convenção Contra a Dopagem do Conselho da Europa. 2013;</div></div></div>


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